Luisinho menor

Desculpa se sou lindo!

Adoro gatos.

Mas isso é uma coisa tão banal de se falar, não? Tão comum, isto é, tão lugar comum. Adoro gatos. Uma frase tão banal, com apenas duas palavras que não expressam exatamente o que sinto. Essas duas simples palavrinhas não são suficientes para dizer do meu amor por esses bichinhos. Continue lendo Desculpa se sou lindo!

Delicadeza - Manuel Bandeira

Sobre pessoas delicadas e suas delicadezas

Meses atrás tivemos o prazer de ter a sala ao lado da nossa ocupada por mais um gabinete. Ficamos contentes, é claro, com novos colegas de trabalho. Mas essa alegria durou bem pouco. Logo nos primeiros dias notamos que o barulho que os colegas faziam era bastante incômodo. Continue lendo Sobre pessoas delicadas e suas delicadezas

Simba

Simba

Pode parecer bizarro, mas a coisa de que me lembro com mais nitidez é que ele tinha um saquinho que balançava quando ele corria. E era uma graça de ver. Ele corria com a cauda levantada e o saquinho, com as duas bolinhas, balançava para e para cá, como um cacho de uvas com apenas duas uvinhas. Esse saquinho, ou melhor, seu conteúdo e a descarga hormonal que descarregava regularmente em seu pequeno corpo, foram a perdição dele. E o meu erro. Continue lendo Simba

Haddad e os travestis

Haddad e os travestis

Na semana passada foi divulgada a notícia de que a Prefeitura de São Paulo, administrada pelo prefeito Fernando Haddad, pagará salário mínimo para travestis estudarem, com o objetivo de deixarem a prostituição e inserirem-se no mercado de trabalho. O programa é semelhante ao Bolsa-Família, do Governo Federal, e teria sido objeto de empenho pessoal do prefeito, motivado pelo fato de que sua própria mãe incomoda-se por morar numa rua onde há prostituição de transexuais e travestis. Continue lendo Haddad e os travestis

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A arte de empurrar com a barriga

A arte de empurrar a vida com a barriga

Quem nunca protelou que dê a primeira barrigada. Quem nunca praticou a sagrada arte de deixar para amanhã o que deve ser feito hoje, que fale agora, ou deixe para falar mais tarde.

Se você assistiu a “E o Vento Levou” certamente se lembrará da última fala do filme, quando a heroína, Scarlett O’Hara, do topo de uma montanha de problemas e diante da necessidade urgente de tomar uma atitude, fala: “Amanhã eu resolvo”. Essa é a frase de cabeceira de todo protelador. Nada conforta mais alguém com esse perfil do que “fazer a Scarlett”. Continue lendo A arte de empurrar com a barriga